Dar aula não termina quando toca o sinal. Tem planejamento em casa, provas para corrigir no fim de semana, relatórios, demandas administrativas, materiais comprados do próprio bolso, salas superlotadas, falta de apoio e, muitas vezes, a própria saúde sendo deixada para depois.
E, enquanto tudo isso é tratado como parte “normal” da profissão, cresce a cobrança para que o professor dê conta de mais — com menos tempo, menos estrutura e menos suporte.
Não é falta de compromisso com a educação. É excesso de cobrança sobre quem já está fazendo demais.
Valorizar quem ensina não é apenas reconhecer sua importância em discursos. É garantir condições dignas de trabalho, respeito à jornada e proteção à saúde.
Porque professor não precisa adoecer para provar que se importa com seus alunos.
👇 Qual dessas situações você já precisou naturalizar na sua rotina de trabalho?
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