E quantas continuam funcionando no limite, sustentadas por profissionais exaustos, sobrecarregados e cada vez mais pressionados?
O adoecimento de quem trabalha na Educação não pode ser tratado como algo normal. Cansaço extremo, ansiedade, sofrimento psíquico e afastamentos não são “parte da profissão”. São sinais de que alguma coisa precisa mudar.
Quando a precarização, a cobrança excessiva, a falta de reconhecimento e as situações de violência passam a fazer parte da rotina, quem paga a conta é também o corpo e a mente de quem está todos os dias dentro da escola.
Por trás de uma sala de aula vazia, pode existir uma história de esgotamento. E por trás de uma sala cheia, muitas vezes existe um profissional tentando dar conta de tudo, mesmo quando já não está bem.
Cuidar da saúde mental de quem educa também é defender a Educação.
Precisamos falar de condições dignas de trabalho, respeito, valorização e cuidado — antes que o adoecimento seja a única forma de alguém conseguir parar.
Porque nenhuma escola deveria precisar perder um profissional para perceber que ele precisava de cuidado. ❤️🩹
E você? Como a sua escola tem lidado com a saúde mental dos trabalhadores da Educação?
