Saúde mental não é prova de resistência.

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Na educação, muitas vezes aprendemos a seguir em frente mesmo quando o corpo pede descanso, a cabeça está sobrecarregada e as condições de trabalho já ultrapassaram nossos limites.

Mas precisamos falar sobre isso: nem todo sofrimento precisa ser enfrentado em silêncio.

Compartilhar o que pesa, pedir ajuda, construir redes de apoio e dividir responsabilidades também são formas de cuidado. E, quando falamos coletivamente sobre aquilo que nos adoece, também abrimos espaço para questionar e transformar as condições que produzem esse sofrimento.

Porque cuidar da saúde mental dos professores não pode significar apenas ensinar cada profissional a “dar conta” de mais uma coisa. Também precisamos discutir jornadas, cobranças, falta de estrutura, sobrecarga e condições dignas para exercer a profissão.

Você não precisa dar conta de tudo sozinho(a).

O que tem pesado na sua rotina como professor(a) e que você gostaria de poder compartilhar?

Compartilhe este post com outro(a) professor(a). Às vezes, reconhecer que não estamos sozinhos já é um começo.